A Zeno Media Station Rádio Underground

quinta-feira, 30 de abril de 2020

Novos Programas na grade da Rádio



Estreiou esses dias, novos programas na grade, da rádio underground, vertentes alternativas na programação.

Programa  EMO MUSIC 
Dedidcado a galera mais nova galera Emo dos anos 2000 aos Domingos ás 16h com João Vitor na locução.

Programa CONEXÃO UNDERGROUND mais um espaço para as bandas autorais cena independente do rock do Rio e fora do Rio. Com João Vitor na locução.

A Próxima estréia será sábado ás 15h  programa INDIE NATION PROGRAMA DEDICADO AO INDIE ROCK/ ROCK ALTERNATIVO. 

Por  Renato  Vedder 



segunda-feira, 23 de março de 2020

Banda Queen




Underground Alive-Queen

Nesta segunda-feira, tem mais um Underground Alive. E promete ser muito especial. Roger Taylor, John Deacon, Brian May e Freddy Mercury, simplesmente Queen.
A banda inglesa formada em 1970 se consolidou no quarto álbum da banda, o aclamado A Night at of the Opera (1975). Nesse disco, talvez o maior sucesso da banda Bohemian Rhapsody. Música conhecida não só pelos fãs de rock, mas quem curte música em geral.
Até 1978, depois de lançarem sete bons álbuns e mostrar um Rock Roll vigoroso e com músicas que marcaram a carreira da banda,em 1979,na turnê do álbum “Jazz” (78) excursionaram pela Europa e lançaram o Queen Live Killers, que marcou a primeira fase mais brilhante musicalmente do Queen.
E é esse show que vamos acompanhar no Underground Alive de hoje.



Por   Daniel  Souza 

domingo, 23 de fevereiro de 2020

Resenha Sade



Resenha da Cantora Sade

Sade : Promise (1985)

Quando a nigeriana Sade canta, nos encanta , simples assim. A voz melódica, suave e sussurrada nos remete à romance, sensualidade , entre outras coisas. Quando  lançou Promise , Sade já havia experimentado o sucesso com Diamond Life no ano anterior. Porém esse disco foi o primeiro a atingir o topo das paradas tanto nos E.U.A. como no Reino Unido. Com sua mistura étnica,pop com elementos de new age , a cantora conquistou ainda mnais fãs (e corações) com músicas como The Sweetest Taboo , Is It A Crime e Jezebel , onde canta sobre seus desencontros e frustrações nos fazendo viajar com ela em meio a sentimentos ora confusos,ora definidos. Ouvir Sade é pensar em amar, ainda que doa,ainda que você saiba o quanto vai doer. Suas músicas fazem com que o ouvinte se apaixone sem temer os riscos , e muitas vezes querendo correr os riscos. Em tempos onde a sensualidade é explícita ,com cantoras seminuas fazendo coreografias chamativas , Sade nos desnuda da mesma forma ,sem apelar para a vulgaridade , despindo primeiro a nossa alma e nos sugerindo despir o resto. Sexo aqui está presente na atmosfera musical,de tal forma que você sequer precisa dizer coisas picantes, basta deixar esse som rolar e o destino se encarregará do resto. É um deleite ouvir e sentir canções assim,que nos mostram o que fazer,nos deixam afim de fazer e por fim fazmos com todo o prazer.Do ponto de vista musical esse disco é uma obra prima ,recheada de Smooth Jazz e afins. Romantismo em forma de música você escuta aqui e pra quem não concorda indico o novo do Pabllo Vittar .

Por  Diogo  Franco


domingo, 16 de fevereiro de 2020

50 anos do Album Black sabbath




1 dia. Apenas 1 dia. Esse foi o tempo que o Black Sabbath levou para parir um monstro chamado heavy metal , em fevereiro de 1969, mais precisamente no dia 13.Há 50 anos atrás foi jogada a última pá de cal na era hippie, a era paz e amor. Em meio a um mundo de fantasia ,ocasionado pelas viagens regadas a lsd e outras substâncias, representado por nomes como The Mamas and The Papas, Beatles,etc...o Black Sabbath surgiu com uma atmosfera densa, pesada,lúgubre e pessimista, diferente de tudo que já havia sido feito até então. O disco, antes mesmo de ser ouvido já dava sinais de que não se tratava de algo comum. Em contraste com as capas da época (sempre coloridas,floridas e com citações geométricas,budistas,hindus e um monte de outras viagens), a capa desse disco trazia uma senhora de aparência medonha em frente ao que parecia ser uma casa mal assombrada. A imagem assustadora foi feita em frente ao Mapledurham, situado no rio Tâmisa, em Oxfordshire, Inglaterra. A modelo se chamava Louisa Livingstone e nem mesmo os integrantes do Black Sabbath sabiam quem ela era, embora achassem que o nome da mulher fosse Louise e citassem que, em determinada ocasião no passado, ela chegou a visitá-los no camarim de um show, se apresentando aos músicos.
Mas vamos ao som. O barulho de chuva , os trovões e os sinos soavam como uma trilha de filme de suspense, mas o monstro levou ainda 40 segundos para sair da jaula. No momento em que Tony Iommi se apoderou do trítono ( que consiste em abaixar meio tom no quinto grau da tônica do acorde) o estrago estava feito. Segundo a igreja católica,esse era o intervalo do diabo, devido à tensão provocada em seus ouvintes , por conta disso em muitas composições antigas esse tipo de sequência de notas foi banida e combatida pelos religiosos. Soma-se isso a bateria arrastada e pesada de Bill Ward, o baixo pesado e atmosférico de Geezer Butler e um vocalista de timbre anasalado, um tal de Ozzy Osbourne ,cantando como se amaldiçoasse a todos que estivessem escutando e estava pronto a abertura daquele disco que influenciaria todas (veja bem , eu disse TODAS) as bandas de heavy metal posteriormente. O massacre segue, com a pesada e estranha The Wizard precedendo Behind The Wall of Sleep. Em seguida um clássico, com uma letra pra lá de nefasta, chamada N.I.B. Um solo de baixo carregado de wah wah promete a quem ouve uma música mais groovada , porém a promessa é quebrada assim que entra o riff principal de Tony. Uma pancada na orelha seguido por alguns versos de Ozzy onde diz entre outras coisas: “Meu nome é Lúcifer, por favor pegue minhas mãos...”, fazendo qualquer bandinha de black metal posterior parecer a xuxa. O disco segue com Evil Woman (mais um trabalho fantástico de Tony), Sleeping Village , os mais de 10 minutos de The Warning e Wicked World ( que só aparece na versão americana e posteriormente numa versão remasterizada de 1996). É difícil imaginar a música pesada sem o Black Sabbath, especialmente esse primeiro disco. Desde o Black Metal, passando por estilos como Doom,Thrash,Groove Metal,etc..tudo possui algo que remete ao quarteto de Birmingham. Esse disco é um perfeito exemplo de como não ter medo de ir contra os padrões de uma época e se não fosse esse disco talvez hoje todos nós estivéssemos sentados num parque florido , fumando incenso e escutando Mariah Carey.

Por  Diogo  Franco



Novos Programas na grade da Rádio

Estreiou esses dias, novos programas na grade, da rádio underground, vertentes alternativas na programação. Programa  EMO MUSIC  De...